Aventuras e desventuras, experiências intensas, opiniões irrealistas, ideias megalómanas, para dar largas á imaginação... Enjoy..

Sunday, July 22, 2012

Há dias assim...

…feitos de saudade. Apesar do sol e dos amigos, e de estarmos contentes com o dia de hoje, há uma saudade de quem nos faz falta. E há imagens que nos vêm há memoria: um sorriso, um beijo… e ouvimos uma musica num café ao passar, e apetece dançar contigo. E relembrar as expressões que fazes quando danças porque sabes bem o que o meu coração se derrete quando me sorris. Não, não te tenho aqui. Nem hoje, nem agora, nem amanhã, nem depois. Mas tenho a saudade, que ninguém me pode tirar, nem destruir. E também tenho a vontade. A vontade de amar, de fazer tudo outra vez. De dançar, de passear, de fugir sem destino, de arriscar, de partir e voltar. De armazenar ternura de tantas tardes e noites nos teus braços, que nunca são suficientes, que nunca são demais. De descobrir novas musicas, e viver os êxitos do verão contigo, ao ponto de não ser capaz de ouvir nada, agora, porque tudo traz recordação. Porque agora, não sei que fazer com tanta saudade, com tanta vontade.

Friday, March 13, 2009

We will always have Paris...


Pode ser incompreensível, inaceitável, ate mesmo irônico, viver afastado do que se deseja tanto…

E adiar-se eternamente o que se sonha. Mesmo quando o sonho podia ser o hoje. Porque me incomoda tanto sentir saudades, e saber que estou perdendo um futuro recente que não volta mais? Porque temos apenas uma vida, se eu quero viver tantas vidas?

Eu amo o desconhecido, ou melhor, aquilo que me desconhece. Gostar de ser descoberta e reencontrar-me num olhar que não me conhece. E começar de novo, sempre de novo, como se tudo o que já tenha feito seja apenas uma pegada que o mar apaga.

Mas no fundo sou sempre eu, igual á imagem que revejo todos os dias, em tantos espelhos que já me refletiram. E quando fecho os olhos, cansada de tantas imagens, eu vejo-te a ti. E percebo que sou capaz de sonhar tanto, mas que deveria sonhar um sonho de cada vez…

Friday, November 23, 2007

O mistério das Estradas de Portugal

Ex-ministro das Finanças escreve que a Estradas de Portugal é um mistério
Opinião de Luís Campos e Cunha: E.P., extraordinárias no prelo?

in Publico 23.11.2007 - 08h57

O Governo nunca perdeu nenhuma oportunidade para perder a oportunidade de explicar o OE para 2008. E, em particular de explicar a Estradas de Portugal, SA (EP, SA), que permanece um mistério.

Porquê? Não sei, mas o nevoeiro levanta a dúvida e legitima a especulação. Li dezenas de artigos, entrevistas; li ainda, com aquela dificuldade dos economistas, a lei que cria a EP, SA, o comunicado do Conselho de Ministros... e tirei as conclusões (possíveis). Erros meus ou má fortuna, mas, juntando as peças, agora parece-me um pouco mais claro.

A discussão do OE resumiu-se a: Sócrates ataca forte com 2005; Santana atrapalhado contra-ataca com 2004; o primeiro argumenta com 2003; Santana ataca, sem convicção, com 2001. Ficaram-se por aqui e não chegaram a D. Carlos e a 1891 - cessação de pagamentos de Portugal - porque não houve tempo (graças a Deus!). Sócrates ganhou a discussão sobre o passado; o povo pedia sangue e os jornalistas queriam parangonas. Ficou-se por um não debate, tanto mais surpreendente quanto o Governo tinha não só os votos para uma vitória assegurada, como se apresentava no Parlamento com resultados orçamentais excelentes. Não responder durante o debate foi estranhíssimo.

No caso da EP, SA talvez a ambiguidade seja propositada; aliás, só pode ser. Pelo que leio e penso, a história poderá ser pouco dignificante.

Os argumentos fundamentais para as EP passarem a ser SA (sociedade anónima) são a maior flexibilidade e a maior eficiência. Esta não pega, pois o que agora se pode fazer já o era possível com a EPE (entidade pública empresarial).

A desorçamentação não pode ter lugar, porque o INE e o Eurostat não o permitirão, nem me parece que esse seja o desejo do Governo, pelo menos para já. A privatização foi (apenas) afastada nos próximos dois anos, sublinhe-se.

Como é que a EP, SA vai viver? Com basicamente quatro tipos de financiamento: receitas da contribuição do serviço rodoviário (CSR); dívida não avalizada pelo Estado (reiteradamente dito); receitas das portagens e receitas de concessões e subconcessões. O resto são amendoins.

Primeiro, neste caso, a consignação de um imposto - CSR - é particularmente grave, pois faz-se uma consignação ao abrigo de um contrato com uma sociedade anónima que pode vir a ser privatizada. Introduz-se uma rigidez orçamental do lado das receitas que vem adicionar à bem conhecida rigidez do lado da despesa. Já agora, uma pergunta ingénua: têm a certeza que os carros daqui a 75 anos andam a gasolina? Segundo, a EP, SA irá financiar-se junto da banca em substituição do Estado, o que implica, necessariamente, um custo significativamente maior. Obras públicas que não sejam financiadas por Obrigações do Tesouro implicam sempre custos (juros) acrescidos a serem pagos por todos nós: será o dobro? Mais 50%?...1)

A terceira via de financiamento são as portagens. Estas, para os próximos anos, implicam portajar as Scut, que o Governo já disse que sim (e que não) várias vezes, embora nada tenha acontecido. Mas, caso o venha a fazer, deve render uns 100 milhões, o que é manifestamente insuficiente para as necessidades: só as Scut custarão uns 700 milhões por ano e por muitos anos.

Restam as concessões e aí está a questão. No próximo ano parece vir a existir um encaixe de uns 350 milhões com as concessões do Douro Litoral e da Grande Lisboa à Brisa e Mota Engil, respectivamente. Mas muito mais preocupante, de acordo com um outro jornal 2), é que está em estudo o prolongamento das actuais concessões da Brisa, Mota Engil e Ferrovial. Tal nunca foi assumido, mas também nunca foi desmentido, que eu tenha conhecimento. Este encaixe do prolongamento das concessões dos actuais (cerca) de 20 para os 75 anos daria para pagar as novas estradas e pagar as Scut nos próximos dois ou três anos. 3)

Mas, a acontecer, o grave é que estamos em presença de receitas extraordinárias puras e duras, embora intermediadas pela EP, SA, mas apenas isso.

Este cenário bate certo, desde logo, com a necessidade de o período da concessão ter de ser muito dilatado, não podendo ser de 25 anos, por exemplo. Bate certo com o desejo de consolidação das contas da EP, SA com as contas públicas (para uns dois ou três anos); bate certo com a não privatização imediata da empresa (para os próximos dois ou três anos); bate certo com as declarações de Paulo Campos, secretário de Estado dos Transportes: a gestão vai ser feita por "profissionais muito eficazes na gestão de contratos, portanto, engenheiros, gestores financeiros e gestores justamente de contratos". 4) E quando, em política, se fala de "solidariedade intergeracional", geralmente significa "vamos gastar hoje e alguém no futuro que pague".

Tudo bate certo, tudo parece apontar para receitas extraordinárias disfarçadas por uma sociedade anónima cujo único accionista é o Estado e que com ele consolida. Vamos pagar o que gastamos hoje com receitas que só existirão daqui a 50 anos?

E daqui a uns três anos? Bom, a essência das receitas extraordinárias é que daqui a três anos esse mesmo problema financeiro ressurge aumentado e amplificado.

Todos nós pensávamos que as receitas extraordinárias tinham morrido com Durão-Santana. Será que afinal a sua morte foi enormemente exagerada? Ou não será assim? Apesar de tudo, espero (desejo) que tal não venha a acontecer.

Infelizmente há muitas variantes para o simples cenário atrás descrito de receitas extraordinárias disfarçadas, o que pode dificultar o escrutínio público. E a oposição, nesta como noutras, ficou a ver passar o comboio, quando se discutia a rede rodoviária. Quando se discutir a rede do TGV, vai ficar a ver passar os carros, imagino. Professor universitário

1) Iguais observações se aplicam a uma extensão dos prazos contratuais das Scut.

2) Leia-se, por exemplo, o Sol do último fim-de-semana.

3) Note-se que a taxa de desconto utilizada pelos privados neste negócio de prolongamento dos contratos vai, naturalmente, ser elevada, porque o risco é grande, pelo que a observação atrás feita sobre os custos desnecessários do financiamento das obras públicas se mantém ou mesmo se agrava.

4) Leia-se o Diário Económico de 13 de Novembro.

Sunday, June 24, 2007

Kärlek

Há dias assim,
duma infinita certeza,
que o futuro será bom,
mesmo que longínquo...

E ouve-se uma música de fundo,
uma banda sonora dum filme triste.
E sentimos saudades,
vagueamos no pensamento.

Quem me dera dançar assim para sempre...

Sunday, June 10, 2007

Estocolmo de Inverno




Não é certamente a capital europeia que coloquemos na nossa lista de viagens prioritárias, no entanto, surge como uma boa surpresa para alguém que como eu, tem destino marcado com esta cidade, num dia gélido de Inverno Nórdico.

A Suécia é uma país com uma dimensão cinco vezes maior que Portugal e tem um pouco menos habitantes que o meu país. Há partida são mais recursos para uma mesma população, mas são também, recursos melhor distribuídos.

A neve, a escuridão, o frio seco, ao longo de pelo menos cinco longos meses, só são suportáveis pelo conforto das casas, pelas pequenas luzes cintilantes em todas as janelas, pela esperança de quem acredita que o Verão será óptimo.

O caminhar no silêncio duma rua cheia de neve foi o conforto que encontrei, para gostar de Estocolmo assim que cheguei. E ver nevar… nunca me cansei de estar a janela e ver nevar. É das sensações mais apaziguantes que já tive.

E o frio obriga-nos a parar. Obriga-nos a entrar em todos os cafés e lojas, que nos parecem sempre amigáveis, calorosos. O melhor chocolate quente vem numa tigela gigante, que bebemos numa mesa de madeira velha, num café pequenino cheio de velas, algures na cidade velha. E há sempre uma manta, um cobertor em todas as cadeiras, para que nos sintamos em casa. No conforto das nossas casas.

E os lagos de Estocolmo estão gelados. Os milhares de braços do Báltico que banham Estocolmo congelam. Não há barcos, não há ligações ao enorme arquipélago de Estocolmo. Pois isso são outras maravilhas para se descobrir no Verão.

Monday, February 05, 2007

Com os pés a um palmo do chão...

Todos os dias milhares de blogs são criados, para que milhares de posts sejam publicados a cada segundo.

A profusão de opiniões, pensamentos, críticas, discussões, palavras é uma das heranças da Democracia. O direito à expressão livre de todos os cidadãos. Tenham opiniões válidas ou não… Como os votos. Um cidadão, um voto. Seja um voto consciente ou comprado.

E fazem-se campanhas, organizam-se debates, unicamente para que haja uma maioria a defender a mesma opinião, para conquistar o poder. O poder da maioria. Que prevalece sobre todas as outras opiniões…

Usam-se argumentos, constroem-se teorias para se conquistar uma massa critica de apoiantes. Quando essa massa for suficiente representativa da população, num número tão matematicamente puro como 51%, temos uma verdade, um caminho escolhido, uma decisão política.

E quem não concordar? E as outras opiniões tão válidas como a essência do pensamento livre? Passam a fazer parte do politicamente incorrecto… desvios da sociedade…

Não custa muito viver nesta sociedade moderna, na qual basta sermos ovelhas arrumadinhas num imenso rebanho, sem vícios, sem grandes anseios, ambições, ou sonhos… amigos do ambiente o suficiente para reciclarmos o pacote de leite, mas não prescindirmos do ar condicionado… cidadãos exemplares o suficiente para pagarmos o IRS com todas as despesas possíveis e impossíveis de declarar… democratas o suficiente para termos opiniões sobre tudo e dizer mal de todos os políticos que já passaram pelos últimos governos dos últimos anos…

Não, não sou perfeita… e também grito demasiado alto para defender as minhas opiniões… e gosto de argumentar, discutir, opinar sobre tudo… Mas às vezes as palavras também nos cansam, nos esgotam. A verdade perde-se por detrás de demasiadas palavras.

Tentem viver num país onde não percebem a língua natal. O ruído das palavras, da publicidade, das notícias na televisão passa a ser ruído sem qualquer significado. E voltamos a sonhar, como crianças que ainda não sabem falar.

E sentimos que caminhamos com os pés a um palmo do chão, dum caminho que não é o nosso, como se não pertencêssemos ali…

Thursday, February 01, 2007

Gripe...

O meu coração sofre.
Terei eu razões para tal?
Não sei. Nem sequer sei porque sofre?!
Não me devia lamentar por tal...
Mas se sofre,
Porque hei-de eu sentir tal?
Já não sei... sei só que sofre,
O meu coração por tal!

Monday, January 22, 2007

Quilómetros

Mais uma viagem, mais uns quilómetros de distância...

Os quilómetros que nos separam, os quilómetros que já percorremos juntos, os quilómetros que já fizemos para estar juntos...

E em cada viagem há um regresso, há uma espera carinhosa, há um desejo de chegar...

E em cada partida uma saudade do que fica, uma vontade de voltar...

All my bags are packed, I'm ready to go
I'm standin' here outside your door
I hate to wake you up to say goodbye
But the dawn is breakin', it's early morn
The taxi's waitin', he's blowin' his horn
Already I'm so lonesome I could die
So kiss me and smile for me
Tell me that you'll wait for me
Hold me like you'll never let me go
'Cause I'm leaving on a jet plane
I don't know when I'll be back again
Oh, babe, I hate to go
There's so many times I've let you down
So many times I've played around
I'll tell you now, they don't mean a thing
Every place I go, I think of you
Every song I sing, I sing for you
When I come back I'll wear your wedding ring
So kiss me and smile for me
Tell me that you'll wait for me
Hold me like you'll never let me go
'Cause I'm leaving on a jet plane
I don't know when I'll be back again
Oh, babe, I hate to go
Now the time has come to leave you
One more time, oh, let me kiss you
And close your eyes and I'll be on my way
Dream about the days to come
When I won't have to leave alone
About the times that I won't have to say ...
Oh, kiss me and smile for me
Tell me that you'll wait for me
Hold me like you'll never let me go
'Cause I'm leaving on a jet plane
I don't know when I'll be back again
Oh, babe, I hate to go
And I'm leaving on a jet plane
I don't know when I'll be back again
Oh, babe, I hate to go

Monday, December 18, 2006

Conversas de Sofá

Surgiu para discussão, num dos muitos serões de televisão e sofá, o porquê da distribuição das letras nos teclados dos nossos computadores.

A justificação dada por alguém muito bem informado sobre os mais diversos assuntos da actualidade e não só, foi que os teclados denominados "QWERTY" tinham sido inventados, qual conspiração secreta, para que as teclas não se gastassem tanto.

Eu desconfiei logo... porque acredito que o teclado que utilizamos no nosso dia-a-dia foi pensado e organizado para tornar mais pratica a escrita em computadores. As teclas foram distribuídas com o intuito de se escrever a duas mãos, posicionando-se letras mais utilizadas em lugares diferentes. Um dos grandes desafios da indústria informática tem sido aproximar as componentes informáticas aos consumidores, tornando-as mais friendly use. Porque não também esta a justificação para a criação do teclado QWERTY?

Fui pesquisar e aqui fica alguma informação que retirei da Internet:

“QWERTY é o layout de teclados actualmente mais utilizado em computadores e máquinas de escrever. O nome vem das primeiras 6 letras "QWERTY". De fato, o design foi patenteado por Christopher Sholes em 1868 e vendido à Remington em 1873, quando foi visto pela primeira vez em máquinas de escrever.
Nesse layout, os pares de letras utilizados com maior frequência na língua inglesa foram separados em metades opostas do teclado, numa tentativa de evitar o travamento do mecanismo das rudimentares máquinas do século XIX. Ao alternar o uso das teclas, o arranjo impedia o travamento de teclas nas antigas máquinas de escrever: enquanto uma mão acerta uma tecla, a outra localiza a tecla seguinte.
Em equipamentos modernos, insensíveis à velocidade de digitação, a eficiência desse layout é duvidosa, e outros padrões foram propostos, como o Dvorak, mas nunca atingiram a popularidade do QWERTY."

"The arrangement of characters on a QWERTY keyboard was designed in 1868 by Christopher Sholes, the inventor of the typewriter. According to popular myth, Sholes arranged the keys in their odd fashion to prevent jamming on mechanical typewriters by separating commonly used letter combinations. However, there is no evidence to support this assertion, except that the arrangement does, in fact, inhibit fast typing.
With the emergence of ball-head electric typewriters and computer keyboards, on which jamming is not an issue, new keyboards designed for speed typing have been invented. The best-known is called a Dvorak keyboard. Despite their more rational designs, these new keyboards have not received wide acceptance. "

Qual meu espanto, quando percebo que afinal tudo ainda remonta às maquinas de escrever, quais antiguidades para nós e dinossauros para os nossos netos... Recordo a minha primeira máquina de escrever que recebi num Natal há muitos anos atrás, e que fez as delicias da minha infância! O que eu adorava a minha máquina de escrever cinzenta!

A tecnologia evoluiu, as máquinas modernizaram-se, mas as teclas mantêm a sua posição original... Os hábitos criados e enraizados são por vezes mais fortes que os avanços tecnológicos!

Espero que não troquem a ordem do meu teclado nos próximos tempos, senão este post demoraria muito mais tempo a escrever...

Thursday, December 07, 2006

"Your body is a Wonderland"

We got the afternoon
You got this room for two
One thing I've left to do
Discover me
Discovering you
One mile to every inch of
Your skin like porcelain
One pair of candy lips and
Your bubblegum tongue
And if you want love
We'll make it
Swimming a deep sea
Of blankets
Take all your big plans
And break 'em
This is bound to be a while
Your body Is a wonderland
Your body is a wonder (I'll use my hands)
Your body Is a wonderland
Something 'bout the way your hair falls in your face
I love the shape you take when crawling towards the pillowcase
You tell me where to go and
Though I might leave to find it
I'll never let your head hit the bed
Without my hand behind it
you want love?
We'll make it
Swimming a deep sea
Of blankets
Take all your big plans
And break 'em
This is bound to be a while
Your body Is a wonderland
Your body is a wonder (I'll use my hands)
Your body Is a wonderland
Damn baby
You frustrate me
I know you're mine all mine all mine
But you look so good it hurts sometimes
Your body Is a wonderland
Your body is a wonder (I'll use my hands)
Your body Is a wonderland
Your body is a wonderland

Tuesday, December 05, 2006

Estreias

Tudo na vida tem o seu momento de estreia. Hoje estreio-me na blogosfera, num mundo virtual de opiniões, assuntos, conversas e feito de tantas palavras… E porque há dias assim, com muito frio e chuva, nada melhor que escrever e partilhar contigo tudo o que me apetece e principalmente o que me vai na alma!

Haja inspiração e muita criatividade, para tornar este tudo na mesma como a lesma, um continuo rol de ideias e ideais que fazem estes dias assim, passar muito mais depressa...